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Coronel Pacheco: uma cidade que respira música

15 jun
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Participantes do Conjunto de Cordas Camilo dos Santos se apresentam junto à Orquestra da Associação Música no Interior

A pequena cidade mineira de Coronel Pacheco recebeu, no fim de 2015, um projeto que mudou o aprendizado nas escolas e a forma como seus moradores têm contato com a cultura. O Programa de Musicalização Manoel Leão, que começou com aulas de flautas para alunos de instituições públicas, ganhou força com a criação do Conjunto de Cordas Camilo dos Santos e hoje beneficia crianças, jovens e adultos com talento para a música.

O projeto existe com o objetivo de ampliar o conhecimento e divulgar a música para a comunidade. “Foi uma forma de estimular o desenvolvimento sociocultural, transpondo através da música suas expressões de sentimentos e pensamentos. Apesar de ser uma cidade com poucas opções culturais o projeto está tendo uma boa aceitação e uma efetiva participação e empenho por partes dos alunos” afirma a Secretária de Cultura de Coronel Pacheco, Alexsandra Aparecida Silva Rezende.

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Apresentação do Conjunto de Cordas Camilo dos Santos

A ideia de expandir a cultura na cidade surgiu a partir da iniciativa da atual presidente do Rotary Club Juiz de Fora Norte, Maria Aparecida Barra, em 2009. Mas o projeto, que nunca foi esquecido pelo clube, só conseguiu ganhar forma em 2015 com a parceria feita com prefeitura da cidade e o Camilo dos Santos, que doou 20 violinos e 10 violões para realização das aulas. Com a estrutura montada, a prefeitura convidou o maestro João Paulo Fazza para estar à frente do trabalho. “O maestro levou as flautas para as escolas para começar a musicalizar as crianças e a partir do momento em que as crianças começam a mostrar o perfil, ele vai introduzindo os violinos”, conta a presidente.

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Apresentação de flautas do Programa de Musicalização Manoel Leão

Hoje o projeto ganha novas perspectivas e preza pelo talento dos jovens para a música. “A ideia é que no final do quinto ano a gente selecione crianças que o professor vê que têm aptidão musical para iniciarem em outros instrumentos”, explica o maestro. Esse foi o caso de Mariana dos Santos Machado da Silva, que tem 11 anos e está no sexto ano da escola. “Participo há uns cinco ou seis meses e comecei a me interessar quando o João Paulo me chamou por tocar flauta muito bem”, conta ela sobre o início das aulas de violino.

O estudo musical também reflete de forma positiva no aprendizado dentro da escola, uma vez que as crianças têm o desenvolvimento cognitivo, melhoram a habilidade de leitura e a concentração. “A eficácia da música dentro das escolas é notória e vemos o resultado em pouco tempo. O trabalho da flauta doce é o primeiro contato musical e a partir daí vamos para outros instrumentos mais complexos, que exigem concentração e disciplina”, comenta o maestro. Com o ensino de outros instrumentos, as crianças vão ganhando a oportunidade de se desenvolverem e enxergarem a música em seus futuros.

De mãe para filhas

O projeto de musicalização não só encantou as crianças, como também passou a fazer parte da realidade dos adultos. Lilian Fernandes começou a participar das aulas de violão quando o programa chegou à Coronel Pacheco e se tornou exemplo para suas duas filhas: Maria Fernanda, que tem 9 anos e está aprendendo violão, e Lara, que tem 11 anos e toca violino no conjunto de cordas.

A mãe, que sempre gostou de música, hoje aprende e acompanha os resultados da participação das filhas, que refletem no próprio projeto, na escola e na convivência em casa. “A música abre espaço não só para a alegria, mas também para a comunicação e está relacionada na forma como você vê o mundo e trata as pessoas”, afirma Lilian.

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Lilian Fernandes e suas filhas, Maria Fernanda e Lara

Mostras Musicais

Ao longo de mais um ano e meio de projeto, foram realizadas duas mostras musicais na cidade que apresentaram ao público o trabalho desenvolvido pelo programa de musicalização. A primeira aconteceu em 19 de novembro de 2016 e a segunda em 03 de junho de 2017. Com essas duas apresentações, pais, professores e associados do Rotary Club Juiz de Fora Norte puderam presenciar a evolução das crianças que ganham cada vez mais experiência no universo musical.

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Alunos de violão, violino e flauta fazem apresentação para a comunidade de Coronel Pacheco e associados do Rotary Club Juiz de Fora Norte

A última apresentação, em junho deste ano, contou com a participação das crianças que aprendem flauta, do Conjunto de Cordas Camilo dos Santos e da Orquestra da Associação Música no Interior, formada por alunos de outras cidades da região. “A nossa orquestra hoje, que possui membros de várias cidades, funciona nesse sentido: de pegar os melhores, os destaques de cada lugar, e fazer essa junção para se tornar uma referência”, afirma João Paulo. São João Nepomuceno, Guarani, Rio Novo, Descoberto e Piau ajudam a compor a orquestra que também faz parte do desenvolvimento cultural de Coronel Pacheco.

Gerson Guedes faz palestra sobre os 167 anos de Juiz de Fora

31 maio
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O artista Gerson Guedes realiza palestra sobre a história de Juiz de Fora.

O artista Gerson Guedes apresenta suas obras para contar a história de Juiz de Fora. (Fonte: acervo de Gerson Guedes)

Em comemoração aos 167 anos de Juiz de Fora, o Rotary Club Norte recebeu, na reunião do dia 30 de maio, o artista Gerson Guedes para uma palestra que conta a história da cidade. A apresentação intitulada “Juiz de Fora: linhas e cores da história” reúne informações a partir das exposições feitas por Gerson, da linguagem da pintura, além de estudos que resultaram em teses, dissertações e obras de autores famosos na região, como Murilo Mendes.

Obra retrata a fazenda onde morou o Juiz de Fora. (Fonte: acervo de Gerson Guedes)

Em sua fala, Gerson fez uma viagem no tempo, mostrando seus trabalhos vinculados aos registros históricos. “Meu trabalho sempre foi calcado em Juiz de Fora como a cidade polo da Zona da Mata”, explica ele. A linha cronológica construída começa na vinda dos portugueses para o Brasil, relatando fatos marcantes e muito conhecidos pelos brasileiros: o contato com os índios, o cultivo do pau-brasil e da cana-de-açúcar até chegarem ao ouro, que era o principal objetivo.

Com a mudança do eixo econômico do Nordeste para o Sudeste, a mineração começa a crescer e resultar no desenvolvimento do atual estado de Minas Gerais. Uma das consequências mais marcantes é a construção da Estrada Real, cujo caminho novo ia de Ouro Preto ao Rio de Janeiro, passando pela área que receberia o nome de Juiz de Fora. Por ser uma região muito propícia para a parada dos tropeiros, as margens do Rio Paraibuna começaram a receber ranchos e, mais tarde, as cidades que o rodeiam.

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Mapa apresentando o Caminho Velho e o Caminho Novo. (Fonte: arquivo de Gerson Guedes)

A origem do nome da cidade também é explicada pela vinda de Luiz Fortes Bustamante de Sá, o Juiz de Fora, para a região. Segundo Gerson, ele deixa o cargo administrativo em 1713 e compra os terrenos que correspondem à parte da cidade. “Vamos parar nos ranchos e fazendas do Juiz de Fora” era uma frase comum para quem percorria o caminho novo na época, como relata o artista.

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Fazenda onde morou o Juiz de Fora. (Fonte: (Fonte: arquivo de Gerson Guedes)

Em sua linha cronológica, Gerson Guedes também destacou a importância das famílias Vidal e Tostes para o desenvolvimento da região, que se tornou uma vila em 31 de maio de 1850, e uma cidade em 1856. Na época, o cultivo do café, conhecido como “ouro verde” foi um grande influenciador para que isso acontecesse.

Quadro retrata o período do “Ouro Verde” em Juiz de Fora. (Fonte: acervo de Gerson Guedes)

Ao longo da história, alguns nomes famosos na cidade também ganham destaque para o crescimento da região, como o do alemão Henrique Halfeld, engenheiro que chegou até Juiz de Fora em 1836 para melhorar o caminho novo, e Mariano Procópio, que construiu a primeira estação rodoviária da cidade no bairro que leva seu nome. O período de industrialização, que começa em 1883, também ganha destaque e fornece à cidade o apelido de Manchester Mineira.

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Mapa da cidade em 1853. (Fonte: arquivo de Gerson Guedes)

Segundo Gerson, Juiz de Fora recebeu a primeira fábrica do Brasil a funcionar em três turnos graças a chegada da energia elétrica. Bernardo Mascarenhas, outro nome importante para a cidade, foi o responsável por instalar energia elétrica a um baixo custo. Gerson encerrou sua fala apontando novos trabalhos inspirados na cidade de Juiz de Fora.

Obra retrata o período da chegada da ferrovia e das estações. (Fonte: acervo de Gerson Guedes)

 

Rotary Club Juiz de Fora Norte entrega 300 enxovais para a Maternidade Viva Vida

23 maio
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Rotary Juiz de Fora Norte entrega 300 kits de enxovais para a equipe da Maternidade Viva Vida.

A Equipe da Maternidade Viva Vida, do Hospital João Penido esteve no Rotary Juiz de Fora Norte, para receber dos 300 kits com enxovais para recém-nascidos. Anualmente, o clube realiza essa doação que, neste ano, contou com fundos arrecadados em um show de prêmios organizado pelos rotarianos em abril. Os kits, que contam com roupinhas, agasalhos e mantas, são doados para gestantes que não possuem condições financeiras de montar os enxovais para seus filhos.

 

Em seu agradecimento, o médico coordenador da área de obstetrícia do hospital, Leonardo Pandolfi Caliman, destaca que, apesar das dificuldades, a equipe da maternidade consegue desenvolver um trabalho muito interessante com as gestantes, principalmente ao contar com parcerias como a do Rotary. “A maioria das nossas pacientes precisa dessa ajuda, então vocês não imaginam o quanto isso tem valor para nós”, afirma ele.

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O médico coordenador da área de obstetrícia do Hospital João Penido, Leonardo Pandolfi, faz o discurso de agradecimento em nome da Maternidade Viva Vida.

O presidente da comissão de Assuntos Humanitários do Rotary Juiz de Fora Norte, Moacyr Maciel, também destacou a importância do projeto para o clube e sua continuidade durante tantos anos: “Me sinto um vitorioso por cinco anos dando sequência a este trabalho”. Além da doação dos kits, também foi feita a doação de um fogão para a Casa das Gestantes, que também faz parte hospital. A Casa recebe gestantes que não são internadas, mas que precisam ser assistidas. Com a entrega do fogão, a equipe do hospital conseguirá habilitar a casa e terminar de equipar o local.

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Moacyr Maciel convida a assistente social da maternidade, Eloísa Helena do Vale, para receber o fogão doado à Casa da Gestante.

O discurso em nome do clube também contou com a participação de Luiz Carlos Heidenheich, um dos rotarianos que está à frente do projeto. Além de enfatizar a importância do projeto para as gestantes e os recém-nascidos, ele destaca o significado da palavra solidariedade, principalmente para o trabalho desenvolvido no clube. “Ao desenvolvê-la em sua plenitude, entendemos que não devemos esperar nada em troca, pois nesta vida aprendemos que sempre estamos precisando de alguém e há alguém precisando de nós”, afirma o rotariano. Ao fim do seu discurso, Luiz Carlos agradeceu a todos os rotarianos presentes, em especial aos envolvidos no projeto.

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A presidente do Rotary Club Juiz de Fora Norte, Maria Aparecida Barra, e Moacyr Maciel fazem a entrega dos kits para o médico Leonardo Pandolfi e a enfermeira coordenadora da maternidade, Dircilene Alves de Andrade.

Rotary Club Juiz de Fora Norte recebe três novos associados

16 maio

A reunião do dia 16 de maio 2017 foi marcante para Aloísio José de Vasconcelos Barbosa, Enilda Rosa de Moraes e Wilson Ciryllo, que tomaram posse no Rotary Club Juiz de Fora Norte e passam a integrar a família rotariana. A noite foi marcada pelo discurso de saudação aos novos membros e por momentos de companheirismo entre os novos rotarianos e os antigos.

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Reunião especial de posse dos novos membros do Rotary Club Juiz de Fora Norte.

Dois dos novos associados já participaram do Rotary anteriormente e hoje voltam a fazer parte do clube no Rotary Norte: o coach Wilson Cyrillo e o presidente da Associação Empresarial e Comercial de Juiz de Fora, Aloísio José de Vasconcelos Barbosa. “Nós que já fomos rotarianos um dia nunca deixamos de ser”, destacou Aloísio em suas primeiras palavras como rotariano.

A advogada Enilda Rosa de Moraes participa pela primeira vez do Rotary Club, mas tem em sua bagagem uma forte participação em projetos sociais. Formada em Direito e Serviço Social, já atuou como assistente social e hoje trabalha na área de Direito de Família.

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Discurso de saudação feito pelo Governador do Distrito 4580 (gestão 2009-2010), José Antônio Cúgula Guedes.

A saudação aos novos rotarianos foi feita pelo Governador do Distrito 4580 (gestão 2009-2010), José Antônio Cúgula Guedes, que deu as boas vindas em nome de todos os associados e aproveitou o momento para resgatar características do clube, seus projetos e propósito. Cúgula enfatizou a união da comunidade rotariana e destacou os três pilares que são a base para as atividades desenvolvidas: companheirismo, serviço e ética. Também citou os milhares de projetos que “dão a dimensão da nossa tarefa como rotarianos” e destacou o que move o clube: “O Rotary é grande, é internacional, mas no fundo é carinho e cuidado”.

Associado do Rotary Norte participa de missão médica em Uganda

25 abr

O médico e associado do Rotary Juiz de Fora Norte, Guilherme Côrtes Fernandes, e o presidente do Rotary Juiz de Fora Sul, Waldir Andrade, estiveram juntos em uma missão em Kampala, Uganda, para desenvolver mais um projeto humanitário financiado pela Fundação Rotária. Na palestra realizada no dia 18 de abril, durante a reunião do Rotary Norte, os dois rotarianos puderam relatar as atividades desenvolvidas em projetos voltados à odontologia, oftalmologia e pediatria, e compartilhar histórias marcantes com os associados.

Desde 2004, Waldir tem participado das missões humanitárias que são desenvolvidas mundo afora, junto aos Estados Unidos, Canadá e Dinamarca. Desta vez, esteve presente em Uganda, onde conseguiram reunir um grupo com 34 participantes (entre rotarianos e voluntários), dos quais 11 são brasileiros e sete fazem parte do Distrito 4580. Unidos ao Distrito local, o 9211, os envolvidos conseguiram discutir os problemas locais e propor soluções, sem deixar de lado o propósito da missão, como destaca Waldir: “Todos tinham o mesmo objetivo: servir”.

Guilherme explicou que a quantidade de projetos humanitários que acontecem na região é muito grande, justamente pela falta de assistência que existe dentro do próprio país. Em Uganda, apenas 20% das pessoas têm algum tipo de emprego em uma população de 40 milhões de habitantes. No país, a expectativa de vida é de, em média, 52 anos de idade, sendo que as mortes são causadas principalmente por doenças preveníveis, como malária e HIV.

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Na parte da manhã, a equipe médica local e os voluntários se reuniam para estimular ideias de novos processos, debater temas relacionados à saúde pública, dar aulas e discutir os casos nas enfermarias do principal hospital de Kampala. Ao longo dos dez dias de projeto – que aconteceu entre 15 e 26 de março -, os rotarianos puderam ver de perto a precariedade de equipamentos para realização de exames e tratamento de doenças. “Não existe sistema de saúde, então eles dependem dessas ações”, enfatiza Guilherme.

À tarde, os trabalhos se desenvolviam nas comunidades e era oferecido atendimento para instituições, onde puderam ter contato com a evolução da prevenção e tratamento de doenças como a malária. O trabalho era realizado durante o dia todo junto a rotarianos e rotaractianos da região. “Esse esforço é de um valor enorme e nós voltamos com o coração preenchido”, comenta Guilherme. O médico destaca ainda que essa foi a sua grande experiência dentro do clube: “Em ações como essa a gente vê o impacto real do Rotary”.

Projetos financiados pela Fundação Rotária

De acordo com informações disponibilizadas pelo Rotary Internacional, 1.100 projetos são patrocinados por subsídios anualmente. Isso significa que a Fundação Rotária consegue financiar, em um nível global, uma grande diversidade de atividades que visam o desenvolvimento de projetos humanitários e troca de conhecimentos entre os países.

Os pedidos para financiamento de projetos globais, como o que foi realizado em Uganda, podem ser feitos durante o ano todo e são analisados por ordem de chegada. As solicitações devem corresponder a uma série de critérios que têm como objetivo a garantia de que os projetos tenham um impacto positivo na sociedade

Rotary Club Norte realiza show de prêmios beneficente

19 abr
Panorama geral do show de prêmios

Panorama geral do show de prêmios

Um show de prêmios beneficente com quadros oferecidos por artistas de Juiz de Fora em favor da Maternidade Viva a Vida, do Hospital Regional João Penido. Os recursos arrecadados, com total de R$ 12.070,00, serão destinados à compra de 300 kits de roupas para os recém-nascidos na instituição. Conforme Moacyr Maciel, presidente da comissão de Assuntos Humanitários do Rotary Juiz de Fora Norte, promotor do evento, além dos Kits, parte dos recursos serão destinados para manutenções em alguns equipamentos (verificar se entra aqui recursos da Fundação Rotária).

 

Maristela, João Carlos e Rafael, trabalharam na animação do show de prêmios.

Maristela, João Carlos e Rafael, trabalharam na animação do show de prêmios.

Este trabalho para a maternidade já ocorre há aproximadamente 8 anos. Começou a auxiliar as mães que precisavam de vales-transportes para visitar seus filhos, que se encontravam sob os cuidados médicos da Viva a Vida. Hoje o Rotary arrecada colaborações para fornecer conjuntos com roupas, mantas e outros itens de necessidade básica para mães que não têm condições financeiras de montar o enxoval dos recém-nascidos.

Para Assir Gouveia, entusiasta da causa, “sem a colaboração generosa dos artistas seria impossível realizar um evento dessa natureza” Doaram seus trabalhos os Artistas Leila Limp, Marilda Maestrini, Gerson Guedes, Márcia Marques, Adélia Senra, Rachel Gouvêa, Mariza Caprini, Márcia Oliveira, Regina Tortorielo, Marcelo Casali, Érika Santos Flores, Tânia Braz, Renata Angelo, Lucas Amaral, Matilde Borges, Irene Barros, Vera Lúcia, Bellei, Ana Matilde, Sônia Rezende, Wany Alvim, Fátima, Adriana, Lidercio, Henderson e Cida Lacerda. Os ingressos foram vendidos por R$ 30,00.

Também destaca-se o fundamental apoio do empresário, Paulo Falce que cedeu o espaço do Premier Parc Hotel.

Moacir Maciel, XXXXX,, XXXX Maestrini, Assir Gouveia.

Moacyr Maciel, Mariney Maciel Crispin, Marilda Maestrini e Assir Gouveia.

Em 2014, o projeto se estendeu e os esforços do clube foram direcionados para ajudar nas necessidades relacionadas à estrutura da maternidade. Foram arrecadados fundos que permitiram a doação de pastas, uma balança, um quadro para monitoramento das gestantes, uma televisão, um purificador de água e um sonar. Já em 2015, o Rotary realizou a primeira edição do show de prêmios beneficente em prol da maternidade, evento que reuniu mais de 150 pessoas no salão social da Guarda Mirim de Juiz de Fora e foi essencial para a montagem e distribuição dos kits naquele ano.

João Castelo e sua Filha XXXX arrematou o quadro do artista Gerson Guedes

João Castelo e sua filha Andréia Castelo arremataram o quadro do artista Gerson Guedes

 

Governador André Cota visita Rotary Juiz de Fora-Norte

22 nov

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Assembleia dos associados do Rotary Club Juiz de Fora-Norte com André Cota.

O Governador do Distrito 4580 do Rotary, André Cota  falou da importância dos projetos desenvolvidos pelos Rotary Clubs e como eles refletem na construção de uma sociedade mais igualitária ao longo de seus 100 anos de trabalho. O governador também destacou a importância do clube para cidades pequenas e a forma como ele coopera com o desenvolvimento de cada local, seja com projetos sociais ou auxílio a hospitais. “A cidade precisa das iniciativas dos clubes.”

Durante a assembleia, também houve um espaço para a discussão de questões internas do Rotary. Os próprios associados tiveram a oportunidade de conversar a respeito das reuniões realizadas pelos clubes e da importância da participação nos eventos organizados pelo Distrito.

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Homenagem feita pelo Governador Distrital da gestão 2009-2010, Antônio Cúgula Guedes

Ao fim da reunião, o governador recebeu homenagens da Presidente do clube, Maria Aparecida Barra, e do governador da gestão de 2009-2010, Antônio Cúgula Guedes. André Cota concluiu sua visita agradecendo a oportunidade e ressaltando a “consciência  e a importância da participação de cada associado nos do Rotary.

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Maria Aparecida Barra, Presidente do Rotary Juiz de Fora Norte destaca a importância da entidade para colaborar nas soluções dos problemas sociais na cidade.

 

Projeto de música ajuda a desenvolver a cultura em Coronel Pacheco

22 nov

As crianças que participam do Conjunto de Cordas Camilo dos Santos realizaram uma apresentação que encantou a cidade de Coronel Pacheco e mostrou o desenvolvimento musical dos alunos da rede municipal. O evento ocorre um ano após a doação dos instrumentos , que recebeu apoio do Rotary Juiz de Fora-Norte e do Grupo Camilo dos Santos para sua formação. O Conjunto beneficia estudantes de 7 a 16 anos, totalmente gratuito e faz parte do Programa de Musicalização Manoel Leão no município de Coronel Pacheco.

O projeto tem o objetivo de atender, principalmente, alunos que recebem assistência pelo Centro de Referência da Assistência Social (CRAS). Os estudantes passam por uma seleção com o intuito de identificar a aptidão para a música. “Quem tem vontade passa por uma entrevista com os professores e eles analisam se essa criança tem uma mínima vocação para musicalização. A partir daí ela começa a estudar”, explica o Secretário de Cultura, Meio Ambiente e Turismo de Coronel Pacheco, Roberto Marangon. No inicio do projeto as crianças entraram por sorteio.

Atualmente, são 30 alunos aprendendo violão e nove participando das aulas de violino. Além desses instrumentos, que deram início ao projeto, 83 estudantes da zona urbana e rural, das Escolas Municipais Professor Eloy de Andrade e Edgard Paiva Aguiar,também aprendem flauta doce.

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Alunos de violão do Conjunto de Cordas Camilo dos Santos

Mais que um ponto de expansão cultural e aprendizado, o projeto se mostrou importante para a concentração e disciplina dos alunos em sala de aula. Para 2017, o programa continua,o mesmo com a mudança de gestão da prefeitura. “O maestro já conversou com o prefeito eleito e ele disse ter a intenção de dar continuidade ao projeto”, comentou o secretário. Além disso, também existe o plano de expandir para outros instrumentos além do violino, violão e flauta doce.

1ª Mostra Musical

No dia 19 de novembro, foi realizada, com apoio do Rotary Juiz de Fora-Norte, a 1ª Mostra Musical em Coronel Pacheco. As crianças participantes do projeto puderam se apresentar para a cidade na Escola Municipal Renato Eloy de Andrade. Além do Conjunto de Cordas Camilo dos Santos, também houve a participação dos alunos das escolas da rede municipal que fazem aula de flauta doce e dos Corais de São João Nepomuceno, da Receita Federal e do Movimento Familiar Cristão de Juiz de Fora.

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Alunas de violino do Conjunto de Cordas Camilo dos Santos

Com o evento, o público pôde ter contato com o desenvolvimento do Programa e das crianças participantes. Para o Rotary Club, foi o momento de ter contato com os resultados gerados pelo projeto que apoiou desde o início “Você comprova que, com o investimento na educação, há um resultado rápido. Você podia ouvir crianças que nunca tinham visto flauta na frente trocarem ‘Asa branca’, por exemplo”, comenta a presidente do Rotary Juiz de Fora-Norte, Maria Aparecida Barra, que esteve presente no evento.

A 1ª Mostra Musical conseguiu reunir um grande público de Coronel Pacheco, que passou a ser uma cidade mais próxima da música. Para Maria Aparecida, o projeto teve um desenvolvimento intenso que foi muito além das crianças. “Parece que musicalizou a cidade”, enfatiza ela.

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1ª Mostra Musical de Coronel Pacheco

 

FUTEBOL DO TUPI VESTE A CAMISA CONTRA A POLOMIELITE

21 nov
Time do Tupi veste a camisa contra a pólio nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro Série B

Time do Tupi veste a camisa contra a Poliomielite (Foto Leonardo Costa)

Na semana do combate mundial contra a Poliomielite o Tupi Futebol Clube vestiu a camisa da campanha End Polio Now. A ação foi sugerida pelo Rotary Clube Juiz de Fora Norte junto à Diretoria do Tupi. O Rotary confeccionou os coletes e os jogadores os utilizaram nos aquecimentos das últimas partidas do campeonato Brasileirão Série B.

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Marcel à frente, Jean Carlo atrás à esquerda e, atrás à direita, Henrique. (Foto Leonardo Costa)

A iniciativa para sensibilizar os a população é uma tarefa que os Rotary Clubs do mundo se propõem. A Fundação Rotary Internacional é pioneira nesta ação para derrotar o virus da polio, com a Organização Mundial de Saúde (OMS-ONU) e os órgãos de saúde em cada país. No Rotary Juiz de Fora Norte os associados agradeceram o apoio do Tupi e ressaltaram que no final do campeonato a torcida da cidade estaria ligada para acompanhar o time, portanto uma excelente oportunidade de difundir a campanha junto ao público do futebol.

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Time do Tupi no aquecimento antes do início da partida contra o Náutico.

O Combate à Polio

A prática de vacinação do Ministério da Saúde Brasileiro segue o protocolo preventivo, posto que alguns países ainda possuem o vírus, como o Paquistão, Nigéria e o Afeganistão, que são áreas de conflito e com dificuldade de campanhas de vacinação. O último caso notificado no Brasil foi em 1989, na Paraíba.

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Alguns rotarianos estiverem presente na partida que o Tupi disputou em Juiz de Fora.

Desde 1985, o Rotary contribuiu cerca de US$ 1,2 bilhão e inúmeras horas de trabalho voluntário para proteger mais de dois bilhões de crianças em 122 países. Apesar de a doença existir atualmente em apenas três países (Afeganistão, Nigéria e Paquistão), outras nações continuam correndo o risco de importar o vírus.

A poliomielite é uma doença altamente contagiosa. Causa a paralisia e, às vezes, até a morte. Como não há cura para a doença, o melhor remédio é a prevenção. Por apenas 60 centavos de dólar, uma criança pode ser vacinada e ficar protegida por toda sua vida. Com um investimento internacional de mais de US$ 9 bilhões e o engajamento de mais de 200 países e 20 milhões de voluntários, a pólio pode ser a primeira doença do século XXI a ser erradicada.

O Rotary é uma organização humanitária com mais de 1,2 milhão de associados em 34.000 Rotary Clubs em cerca de 200 países. Os rotarianos são líderes empresariais e profissionais que compartilham o desejo de fazer do mundo um lugar melhor por meio de serviços humanitários.

Juventude em atividade

8 nov

A vontade de trabalhar em projetos sociais para as comunidades que vivem à nossa volta não tem uma idade específica para começar, mas o incentivo pode ser passado de geração a geração. O objetivo do Rotary Club de servir a humanidade surgiu por meio da união de um grupo de adultos que, posteriormente, passaram a ver nos jovens o futuro do trabalho que desenvolviam. “Um grupo de rotarianos (americanos) viu a necessidade de incluir a comunidade jovem em seus projetos”, destacou o Presidente do Interact Club Juiz de Fora – Norte, Fernando Gallo Bevilacqua, na sua visita ao Rotary Juiz de Fora Norte no início de novembro.

Fernando Gallo Bevilacqua, na reunião do Rotary Juiz de Fora Norte .

Fernando Gallo Bevilacqua, na reunião do Rotary Juiz de Fora Norte .

Esse foi o primeiro passo para o começo de dois clubes que realizariam projetos significativos junto ao Rotary. O Interact, fundado em 1962 nos Estados Unidos, reúne em seus clubes jovens de 12 a 18 anos que desejam melhorar a realidade próxima a eles.  Além de apresentar a história do clube e sua estrutura, que é bem próxima da rotariana, Fernando também mostrou as ações realizadas pela atual gestão, que possui cerca de 15 associados.

Além de eventos, como a realização de noites temáticas para venda de alimentos e arrecadação de dinheiro, o Interact nesta gestão teve focos importantes de atuação, como a festa de Dia das Crianças promovida em conjunto com o Rotaract Club, a Ordem DeMolay e Filhas de Jó. O evento aconteceu na Associação Alemã de Juiz de Fora, no bairro Borboleta, e cerca de 200 crianças participaram do projeto, que contou com gincanas e brincadeiras.

Mas juventude rotariana vai muito além. O Rotaract Club, que transforma os jovens adultos, de 18 a 30 anos, em protagonistas de ações sociais, também possui forte presença em nosso país. Em Juiz de Fora, o clube completou recentemente 30 anos e seus 13 associados desenvolvem projetos com o objetivo de envolver também os associados do Rotary e do Interact.

No meio do ano, realizaram uma campanha do agasalho que, além de arrecadar roupas para doação, visava a distribuição direta para moradores em situação de rua e a vivência de uma realidade diferente da que os membros estão acostumados. Além disso, também foram programados, ao longo do ano, eventos para arrecadação de dinheiro e o mais recente será o III Festival de Pastéis, que acontecerá no próximo sábado, 19 de novembro.

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Comemoração dos 30 anos do Rotaract Club Juiz de Fora

Ambos os clubes têm representações em outras cidades do Brasil e possuem uma participação ativa nas redes sociais para divulgação do trabalho desenvolvido. Para quem tiver interesse em acompanhar as atividades realizadas por esses dois grupos de jovens, basta acessar as páginas do Rotaract Club Juiz de Fora e do Interact Club Juiz de Fora-Norte.

 

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