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Rotary Club Juiz de Fora Norte faz reunião pelo Dia da Mulher

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Uma reunião dedicada às mulheres, em virtude do 8 de Março, dia Internacional da Mulher.  A homenagem teve palestra feita pela Promotora de Justiça Nicole Frossard De Filippo e, para marcar a data, todas as mulheres presentes participaram da mesa de trabalhos,  conduzida pelo presidente  Fábio Antônio Pereira.

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A promotora Nicole De Filippo compartilha sua experiência profissional em palestra

As mulheres foram inicialmente admitidas em um Rotary Club no ano de 1987, e em 1989 clubes de todo o mundo passaram a receber mulheres em seus quadros associativos, acrescentando suas experiências, vivências e ideias. No Rotary Juiz de Fora Norte elas são dentistas, farmacêuticas, jornalistas, donas de casa,  cada uma com um ponto de vista singular a ser celebrado todos os dias.

Manifestaram-se Maria Aparecida Bara, presidente do Rotary Club Juiz de Fora Norte 2016/2017 e a interactiana Cíntia Nobre, que lembraram a data e as conquistas femininas ao longo da história e no Rotary Internacional. 

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A Interactiana Cíntia Nobre

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A presidente do Rotary Juiz de Fora Norte 2016/2017 Maria Aparecida Bara

Apesar dos avanços conquistados pelas mulheres ao longo das décadas, a promotora criminal Nicole De Filippo, destacou que estas mudanças devem ser lembradas para buscar a igualdade entre homens e mulheres pois, enquanto existir a desigualdade, existirá a violência: “O Dia Internacional da Mulher é um dia que deve ser comemorado sim, mas principalmente para que nós não esqueçamos de lutar, porque o número de homicídios, de feminicídios, número de estupros, de assédios, de agressões, continua alto. Como sempre foi”.

A promotora explica que a violência contra a mulher,  ocorre antes mesmo dela nascer. E isso reforça a construção de um pensamento internalizado, de que a violência como algo normal.  A violência contra a mulher extrapola os limites do convívio familiar e torna a sociedade ainda mais violenta. É um problema que deve ser de preocupação para todos e todas e é muito importante os Clubes de Rotary também empunharem esta causa.

Promover  a segurança e igualdade das mulheres e das famílias é uma forma de combater a violência.

Mesa de trabalho com as mulheres presentes à reunião

Mesa de trabalho com as mulheres presentes à reunião

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Interact protagoniza o desenvolvimento de lideranças jovens

20 dez

Um dos propósitos do Rotary é estimular e fomentar o “Ideal de Servir”. Seu legado ultrapassa os limites das entidades beneficiadas. Entre as maiores realizações da organização está o desenvolvimento das pessoas.

Dentro dos programas do Rotary Internacional há, além do Rotary, o Rotaract, composto jovens de 18 a 30 anos e o Interact, integrado por adolescentes de 11 a 18 anos. E é nos primeiros passos da vida rotária, ainda no Interact, que a formação de lideranças têm início.

A reunião do Rotary Club do Juiz de Fora Norte do dia 14 de novembro contou com presenças jovens: Lucas Zini Ribeiro, presidente da Comissão Nacional de Projetos do Interact Brasil e Marcelo Reis, integrante do Interact Club de Espera Feliz, ambos com apenas 17 anos de idade.

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Maria Aparecida de Oliveira Barra, João Carlos Batista, Fábio Antônio Pereira, Lucas Zini Ribeiro e Marcelo Reis.

Na ocasião, o presidente apresentou aos rotarianos os objetivos do Interact, bem como o panorama da organização no mundo: hoje, são 22.113 Interacts Clubs espalhados por 161 países, o que soma um total de 508.599 interactianos.

Isso significa que são mais de meio milhão de adolescentes desenvolvendo projetos sociais e, consequentemente, habilidades como liderança, oratória e responsabilidade social.

Potencialidades interactianas

Uma pesquisa sobre a Geração Z, conhecida como a população nascida em meados dos anos 1990 e 2000, mostra que a maior parte dos jovens é pessimista quanto ao futuro.

O estudo mostrou que os jovens brasileiros são os que mais apresentam sentimentos de desmotivação. O estudo Geração Z: pesquisa da cidadania global entrevistou 20.088 jovens de 20 países, com idades entre 15 e 21 anos, e mapeou as prioridades profissionais, os valores pessoais e de cidadania desse grupo.

O ranking de bem-estar dos jovens foi medido pela escala Warwick-Edimburgo de Bem-Estar Mental, no qual o jovem deveria atribuir notas de 1 a 5 a cada resposta sobre experiências pessoais. Quanto mais alta a avaliação, maior o nível de bem-estar.

Diante deste cenário de desmotivação dos adolescentes brasileiros, integrar movimentos sociais e estudantis é uma alternativa para que eles não só desenvolvam seu papel social, mas também adquiram maturidade.

Entre as principais habilidades desenvolvidas pelos jovens que integram o Interact também é possível citar a responsabilidade financeira e a capacidade analítica e crítica.

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Lucas Zini Ribeiro, presidente da Comissão Nacional de Projetos do Interact Brasil, apresenta as realizações do Interact para os rotarianos.

Lucas destacou que, ao desenvolver projetos sociais em equipe, o interactiano é capaz de crescer pessoalmente e profissionalmente: “O Interact é formado por jovens que não vivem em uma bolha social”, destaca.

Todo Interact Club realiza dois projetos sociais por ano. As suas atividades são comandadas por uma diretoria, responsável por liderar e organizar os projetos. Cargos como presidência, secretaria e tesouraria exigem que os jovens desenvolvam as habilidades supracitadas.

Movimentos universitários também são destaque na formação de lideranças

Além do Interact, outras organizações são destaque no desenvolvimento de lideranças jovens, como o Movimento Empresa Júnior (MEJ).

Uma empresa júnior consiste em uma organização sem fins lucrativos, presente em um curso universitário, por meio da qual estudantes universitários desenvolvem projetos reais para micro e pequenas empresas e para a comunidade.

Essas organizações permitem que os jovens coloquem em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula e desenvolvam habilidades relativas à gestão organizacional, gerenciamento do tempo e trabalho em equipe.

O Movimento Empresa Júnior é representado no Brasil pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores, a Brasil Júnior. Segundo dados da confederação, o Brasil conta com mais de 510 empresas juniores nas universidades que, juntas, reúnem mais de 16 mil empresários juniores que desenvolvem, por ano, cerca de 6.000 projetos.

Minas Gerais é o estado brasileiro com maior expressividade no MEJ – das 510 empresas juniores, 82 estão localizadas no estado.

Interact Club Juiz de Fora Norte é retomado

No último domingo, 19 de novembro, ocorreu na sede do Rotary em Juiz de Fora a cerimônia de posse do Interact Club.

O clube retoma as suas atividades após um período de recesso, composto agora por x membros, que se reunirão todos os domingos para desenvolver novos projetos sociais.

Urologista do Hospital Universitário da UFJF sobre o câncer de próstata

28 nov

O urologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora Humberto Lopes fez palestra sobre os cuidados com a saúde do homem na reunião do Rotary Juiz de Fora Norte.

O foco da palestra foi o diagnóstico e prevenção do câncer de próstata. Novembro Azul é uma campanha de conscientização realizada por diversas entidades no mês de novembro dirigida à sociedade e, em especial, aos homens, para conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.

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O urologista Humberto Lopes apresenta palestra sobre a saúde do homem no Rotary Club Juiz de Fora Norte

Lopes alertou sobre a incidência do câncer de próstata na população masculina. Este é o segundo câncer mais comum em homens, chegando a registrar 62.000 novos casos em brasileiros só no ano 2017, além de resultar em 14.000 mortes.

O urologista destacou que, tamanha nocividade da doença está associada à sua fase inicial sem sintomas. Os sinais do câncer de próstata só aparecem quando a doença já está em fase avançada. Dessa forma, para garantir a cura, torna-se vital que os homens façam exames preventivos, como o toque retal.

Homens acima de 50 anos estão na zona de risco do câncer

Se para evitar o câncer de próstata é necessário realizar regularmente o exame do toque, há um grupo de risco que precisa ter atenção redobrada à prevenção.

De acordo com o Dr. Humberto Lopes, homens que têm histórico familiar de câncer de próstata precisam estar mais atentos ao exame, assim como negros e obesos, que também integram a zona de risco. Os homens que se encaixam na faixa de risco devem realizar o exame a partir dos 45 anos – caso não pertença ao grupo, o recomendável é visitar o urologista regularmente a partir dos 50 anos de idade.

“50% dos homens com idade entre 51 e 60 anos têm alto risco para desenvolver tumores na próstata. Aos 90 anos, esse índice sobe para 90%”, destacou Lopes.

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O exame do toque é o mais efetivo na prevenção contra o câncer de próstata

O toque digital prostático e o exame que mede o nível de antígeno prostático específico (PSA) no organismo masculino são os recomendados para que seja realizada a prevenção e/ou o diagnóstico da doença.

Vida saudável é fundamental para prevenir o câncer de próstata

O urologista também ressaltou que hábitos saudáveis são vitais para a prevenção contra o câncer de próstata.

Estima-se que 18% da carga de câncer são devidos à exposição a situações de risco, como tabagismo, dieta irregular, sedentarismo e consumo abusivo de bebidas alcóolicas.

O médico ainda ressaltou que, por mais que a maior incidência da doença seja em homens mais velhos, é fundamental que os mais jovens também consultem o urologista com frequência. No período de 2001 a 2007, os casos da doença em homens da faixa etária de 40 a 49 anos aumentou em 3%.

No encerramento, Lopes destacou que para manter uma vida saudável e, consequentemente, prevenir-se contra o câncer de próstata, os homens devem investir em uma dieta rica em vegetais, selênio, vitaminas D e E e Ômega 3.

Evento discute empreendedorismo e inovação na Zona da Mata

10 out
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Os empreendedores e rotarianos Antônio Rotondo e João Carlos Batista na abertura do 2º Encontro de Empreendedorismo e Inovação

Investir, inovar e empreender, o 2º Encontro de Empreendedorismo e Inovação reuniu 500 pessoas, entre empresários, empreendedores individuais e estudantes. O evento ainda arrecadou 210 kg de alimentos não perecíveis, para serem distribuídos pelo Rotary Club Juiz de Fora Norte à uma entidade de natureza filantrópica. Na ocasião apresentou-se o caso de gestão da Fazenda Penalva, dirigida por Manoel Teixeira Lopes. O evento ocorreu no dia 21 de setembro, no Gran Victory Hotel, organizado pela Treinar Gestão Empresarial em parceria com o SEBRAE-MG e a Rocha Lobo Gestão de Negócios.

João Carlos Batista, da Treinar, destacou que o objetivo principal do encontro foi o compartilhamento de informações que incentivam as empresas alavancarem seus negócios com empreendedorismo e inovação.

O evento ofereceu consultoria e orientação para aqueles que pensam em investir ou criar seu próprio negócio, gestores e entidades de classe. “Nesse evento os empresários e estudantes puderam conhecer exemplos tanto em empreendedorismo quanto em inovação, que mostram que eles também podem empreender e fazer diferente na região”, enfatizou João Carlos Batista.

Foram homenageadas entidades representativas de Juiz de Fora e região, como a Associação Comercial e Empresarial de Juiz de Fora (ACEJF), Agência de Desenvolvimento de Juiz de Fora e Região (ADJFR), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e o Sindicato do Comércio (Sindicomercio)

A Fazenda Penalva, empreendimentos agrícola no município dirigido por  Manoel Teixeira Lopes foi apesentada como um caso de sucesso.

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O rotariano Manuel Teixeira Lopes exibe a homenagem recebida pelo case apresentado, sobre a Fazenda Penalva

Rotary no apoio ao empreendedorismo e a inovação

Um dos principais pilares do Rotary International é o Desenvolvimento Econômico e Comunitário.

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Integrantes do Rotary Clube Juiz de Fora Norte prestigiam o 2º Encontro de Empreendedorismo e Inovação

Para o rotariano João Carlos Batista, o “é fundamental, como rotarianos, incentivarmos a difusão do empreendedorismo. Desta forma estamos apoiando a geração de mais emprego e renda.”

Entre as principais ações estimuladas pela Fundação Rotária estão a capacitação de empresários e líderes comunitários para desenvolver a economia de comunidades carentes e o apoio aos estudos ligados ao desenvolvimento econômico e comunitário.

Empresas no combate ao Aedes Aegypti

21 set
Luiz Cavalini Jr., Fábio Pereira, Maria Aparecida Bara ( RCJFN), João Mattos da Secretaria de Planejamento da PFJ, Rodrigo Almeida, da Secretaria de Saúde da PJF, Alicério Campos e João Carlos Batista RCJFN)

Luiz Cavalini Jr., Fábio Pereira, Maria Aparecida Bara ( RCJFN), João Mattos da Secretaria de Planejamento da PFJ, Rodrigo Almeida, da Secretaria de Saúde da PJF, Alicério Campos e João Carlos Batista RCJFN)

Com a chegada da primavera, os termômetros passam a registrar temperaturas mais elevadas, bem como índices pluviométricos maiores. As gripes e resfriados dão espaço a uma ameaça ainda maior: o Aedes Aegypti.

O índice de infestação pelo Aedes Aegypti atinge valores elevados em todo o país e, em Juiz de Fora não é diferente: de acordo com dados da Secretaria de Saúde do município, Juiz de Fora tem um Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 4,8%. Infestações inferiores a 1% apresentam que a cidade está em nível satisfatório enquanto as superiores a 4% apontam que há risco de surto de dengue.

Diante de um cenário alarmante para os juiz-foranos, o combate ao Aedes Aegypti deve ser constante e necessita de mais envolvimento de todos os setores da população.

O Rotary Club Juiz de Fora Norte está abraçando a causa do combate ao Aedes Aegypti em Juiz de Fora. A iniciativa teve início em setembro passado e é retomado neste ano com a necessidade de trazer para a Opinião Pública o tema.

“O Rotary possui grande potencial para fortalecer a luta contra o Aedes Aegypti. “O trabalho que o Rotary pode desenvolver é grande, pois trata-se de expor ideias, incentivar a colaboração dos líderes e da sociedade e formar opiniões a respeito disso, para que as respostas apareçam para resolver o problema”, comenta, Maria Aparecida Barra, uma das entusiastas da campanha.

A partir das reuniões frequentes com os órgãos públicos, o Rotary Juiz de Fora Norte terá a oportunidade de planejar e realizar ações que ajudem a população a enxergar os riscos relacionados à proliferação do Aedes Aegypti e colaborar para que Juiz de Fora não viva uma epidemia a cada ciclo de ação do mosquito.

Plano de combate para as empresas

O combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e do zika vírus é uma necessidade. É uma luta que não pode prescindir também a participação das empresas. Desde pequenos estabelecimentos de comércio até grandes indústrias e lavouras, todos estão sujeitos a, involuntariamente, abrigarem focos da doença.

Elizabeth Jucá, Secretária Municipal de Saúde, enfatiza a relevância da atuação das empresas no combate ao mosquito: “Como apontou historicamente o Levantamento do Índice Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRa), 80% dos focos estão dentro das casas, comércios e empresas. Portanto, o papel de cada um no cuidado de seus espaços para evitar os locais propícios aos criadouros do mosquito é essencial.”.

Confira abaixo uma série de ações que podem ser implementadas nas empresas para o combate ao Aedes:

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Juiz de Fora é a primeira cidade mineira e a segunda do Brasil a adotar a tecnologia do Aedes do Bem. O Aedes do Bem é um mosquito geneticamente modificado, para combater o inseto selvagem transmissor de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana.

O inseto modificado (machos) são soltos no ambiente. Eles buscam e copulam com fêmeas originais do Aedes Aegypti e, assim, sus descendentes nascerão com um gene autolimitante, que faz com que morram antes de se tornarem adultos.

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O Aedes do Bem será implantado, inicialmente, em três bairros, Vila Olavo Costa, Santa Luzia e Monte Castelo, beneficiando cerca de 10 mil pessoas. Foto: Carlos Mendonça/PJF.

Nos próximos anos, o projeto Aedes do Bem deverá ser ampliado para proteger cerca de 50 mil habitantes de Juiz de Fora.

O primeiro projeto foi colocado em prática em 2015, em Piracicaba (SP). Antes disso, outras experiências foram realizadas com sucesso em duas cidades baianas, Juazeiro e Jacobina.

Entenda como as mudanças na legislação do Rotary Club podem contribuir para sua flexibilização

30 ago

Em uma conferência realizada neste ano em Atlanta, associados do Rotary Club Juiz de Fora Norte puderam ter contato e entender com mais clareza o aumento da flexibilidade para os clubes, determinado junto às novas legislações em abril de 2016. A iniciativa, que está sendo divulgada em clubes do mundo todo, surgiu de uma preocupação em relação à organização, sua expansão e à manutenção dos associados.

Guilherme Côrtes Fernandes conversa com os associados do Rotary Club Juiz de Fora Norte sobre a flexibilidade para os clubes.

Guilherme Côrtes Fernandes conversa com os associados do Rotary Club Juiz de Fora Norte sobre a flexibilidade para os clubes.

O responsável por trazer o debate para o Rotary Club Juiz de Fora Norte foi o associado Guilherme Côrtes Fernandes, que esteve presente em Atlanta e pôde ter contato com as novas propostas. Em sua palestra de divulgação, realizada na reunião do dia 25 de julho, Guilherme apresentou uma pesquisa realizada na Jamaica para entender quais eram as motivações dos rotarianos e o que poderia ser melhorado em relação às experiências do clube.

A partir da melhoria da comunicação entre clubes e associados, começou-se a esclarecer quais eram os problemas que os afetam e possíveis soluções. Como principais motivações em relação à entrada no clube, o palestrante destacou respostas como a busca por companheirismo, boas palestras, networking e ações em prol da sociedade. “A grande maioria entra no clube porque quer causar impacto em suas cidades ou pelo companheirismo”, explica Guilherme.

Além disso, também foram expostas as principais justificativas para que os associados deixem o Rotary. Com esses dados em mãos, foi possível enxergar a importância da flexibilidade e como os clubes podem se adaptar para oferecer o melhor para os rotarianos e seus projetos. Sendo assim, desde julho de 2016, torna-se possível para cada clube determinar o formato e a frequência de suas reuniões, quais os tipos de associação oferecerá e se realizará reuniões de forma tradicional ou por meios online, além da dupla associação para rotaractianos que atendam aos requisitos tenham interesse em fazer parte do Rotary.

Palestra teve como objetivo apresentar a importância da flexibilidade para a organização.

Palestra teve como objetivo apresentar a importância da flexibilidade para a organização.

A ideia é que os clubes trabalhem com maior autonomia, sem deixar de lado o objetivo principal da organização. Com isso, as reuniões podem se tornar mais dinâmicas, interativas e práticas ao serem adaptadas de acordo com as necessidades de cada clube e dos rotarianos. Alguns exemplos mostrados pelo palestrante apresentam formatos mais descontraídos de transmitir conhecimentos e informações, como jogos e brincadeiras.

De acordo com o que foi relatado pelo Rotary Internacional após a modificação da legislação, as mudanças não refletem de forma negativa na qualidade do trabalho desenvolvido pelo Rotary e não fogem de seus preceitos essenciais. “Continuamos mantendo o que a tradição trouxe de bom e de construção ao longo da história”, afirma Guilherme.

Rotary Club Juiz de Fora colabora no Lar de Idosos Luiza de Marilac

12 jul

A assistência aos idosos oferecida pelo Lar de Idosos Luiza de Marillac começou nos anos 40 por meio do trabalho desenvolvido pelas Luizas, jovens coordenadas pelas Irmãs da Congregação das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo. As atividades se iniciaram com visitas e doações de mantimentos para idosos carentes de Juiz de Fora. Posteriormente, com a doação de um terreno por parte da prefeitura, a instituição foi erguida e inaugurada nos 70.

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Wolfgang Mayer, Maria Fátima Fabri, Manoel Teixeira Lopes, Luiz Cavalini Jr, Sônia Elizabeth Perdigão e o presidente, Fábio Antônio Pereira, na entrega dos folders.

Hoje, o Luiza de Marillac atende 25 idosos que residem na instituição e recebem toda a atenção no que diz respeito a saúde, alimentação, higiene e atividades sócio-culturais. Por desenvolver serviços sem fins lucrativos, o Lar necessita frequentemente da atuação de voluntários e doações.

Para auxiliar na divulgação das atividades da instituição, o Rotary Club Juiz de Fora Norte realizou a entrega de folders, no dia 18 de julho, desenvolvidos com o objetivo de apresentar a história e os projetos do local. Os associados Luiz Cavalini Jr e Manoel Teixeira Lopes foram os responsáveis pela execução e impressão dos folders, respectivamente. Além disso, os rotarianos também firmaram a parceria com outras doações e participação em eventos para arrecadação de fundos para o Lar.

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A Diretora do Lar, Sônia, agradece a parceria com o Rotary Juiz de Fora Norte.

Em seu discurso de agradecimento, a diretora do Lar, Sônia Elizabeth Perdigão Neves, falou sobre a importância de cada projeto realizado em prol da instituição e das conquistas que estão mudando a realidade dos moradores. “O pouco de cada um é o muito que precisamos por lá”, afirma Sônia.

Os serviços voluntários podem ser desempenhados em diversas áreas, principalmente no atendimento à saúde dos idosos e no desenvolvimento de projetos que visam reformar as moradias e levar mais benefícios para os moradores. As doações para os projetos da casa podem ser feitas por meio de carnê mensal ou por depósito bancário.

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Folheto para divulgar o trabalho desenvolvidos pelo Lar de Idosos Luiza de Marillac.

A instituição está localizada na rua Furtado de Menezes, 47 – A, no bairro Furtado de Menezes. Quer saber mais sobre suas atividades? Entre em contato por meio do telefone (32) 3211-2902, pelo e-mail larluizademarillac@gmail.com ou visite a página no Facebook.

 

Fábio Antônio Pereira assume a Presidência do Rotary Club Juiz de Fora Norte

5 jul

A nova Presidência e Conselho Diretor do Rotary Club Juiz de Fora Norte assumiu oficialmente os cargos para a gestão 2017-2018. A cerimônia de posse ocorreu dia 4 de julho no Gran Victory Hotel. Foi o momento de transição em que a presidente da gestão 2016-2017, Maria Aparecida de Oliveira Barra, transferiu as responsabilidades de seu cargo para o novo presidente, Fábio Antônio Pereira.

Rafael Bez, Moacyr Maciel, Duarte Fernandes, Mary Fernandes, Fábio Pereira, Maria Aparecida Bara, Graça Pereira, José Castelo, Antônio Guedes, Lillian Carla

Rafael Bez, Moacyr Maciel, Duarte Fernandes, Mary Fernandes, Fábio Pereira, Maria Aparecida Bara, Graça Pereira, José Castelo, Antônio Guedes, Lillian Carla

Maria Aparecida Bara disse que “Ser rotariano é ser heterogêneo na sua forma, tendo uma única característica que nos une: a doação para servir, este é o nosso alicerce. Quando associamos a ela a nossa interação e companheirismo, nos tornamos insuperáveis”. A presidente da gestão 2016-2017 também relembrou os projetos realizados ao longo do ano e agradeceu aos associados que fazem parte do Rotary Club Juiz de Fora Norte.

Maria Aparecida passou o distintivo de Presidente para Fábio, que deu início ao ano rotário com seu primeiro discurso. Em sua fala, deu destaque para a sua motivação para ocupar o cargo: “Enquanto estiver presidente deste honrado clube, darei o melhor de mim, com muito amor e simplicidade, assim como sou”, afirma Fábio.

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Maria Aparecida de Oliveira Barra entrega o distintivo de Presidente para Fábio Antônio Pereira.

O novo presidente também enfatizou a dedicação e o trabalho realizado pelos presidentes anteriores e destacou o comprometimento de cada rotariano frente ao clube. “Rotary somos nós, e cada um de nós, ao ingressarmos neste movimento, consagramos uma filosofia de vida, assumimos uma nova postura, fortalecendo assim nossa missão”, destacou ao fim de seu discurso.

Junto ao novo presidente, o conselho diretor de 2016-2017 também tomou posse. Rafael Steckert Bez assumiu o cargo de Vice-Presidente, Maristela Amaral Horta Barbosa de Diretora de Protocolo, João Carlos Batista como 1º Secretário, Jarbas de Souza Júnior como 1º Tesoureiro e a ex-presidente, Maria Aparecida de Oliveira Barra, como Diretora sem Pasta.

Todo o conselho durante a transmissão do cargo de Maria Aparecida para Fábio.

 

O governador 2009-2010, José Antônio Cúgula Guedes, realizou o discurso de saudação ao novo presidente, enfatizando a importância desse momento para o Rotary Club. “No momento em que nós assistimos a posse de um presidente, estamos prontos para ajudá-lo no que vier”, afirmou o ex-governador. Cúgula também desejou que Fábio desse continuidade ao trabalho realizado pela ex-presidente, Maria Aparecida, para o bem da nossa comunidade.

Coronel Pacheco: uma cidade que respira música

15 jun
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Participantes do Conjunto de Cordas Camilo dos Santos se apresentam junto à Orquestra da Associação Música no Interior

A pequena cidade mineira de Coronel Pacheco recebeu, no fim de 2015, um projeto que mudou o aprendizado nas escolas e a forma como seus moradores têm contato com a cultura. O Programa de Musicalização Manoel Leão, que começou com aulas de flautas para alunos de instituições públicas, ganhou força com a criação do Conjunto de Cordas Camilo dos Santos e hoje beneficia crianças, jovens e adultos com talento para a música.

O projeto existe com o objetivo de ampliar o conhecimento e divulgar a música para a comunidade. “Foi uma forma de estimular o desenvolvimento sociocultural, transpondo através da música suas expressões de sentimentos e pensamentos. Apesar de ser uma cidade com poucas opções culturais o projeto está tendo uma boa aceitação e uma efetiva participação e empenho por partes dos alunos” afirma a Secretária de Cultura de Coronel Pacheco, Alexsandra Aparecida Silva Rezende.

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Apresentação do Conjunto de Cordas Camilo dos Santos

A ideia de expandir a cultura na cidade surgiu a partir da iniciativa da atual presidente do Rotary Club Juiz de Fora Norte, Maria Aparecida Barra, em 2009. Mas o projeto, que nunca foi esquecido pelo clube, só conseguiu ganhar forma em 2015 com a parceria feita com prefeitura da cidade e o Camilo dos Santos, que doou 20 violinos e 10 violões para realização das aulas. Com a estrutura montada, a prefeitura convidou o maestro João Paulo Fazza para estar à frente do trabalho. “O maestro levou as flautas para as escolas para começar a musicalizar as crianças e a partir do momento em que as crianças começam a mostrar o perfil, ele vai introduzindo os violinos”, conta a presidente.

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Apresentação de flautas do Programa de Musicalização Manoel Leão

Hoje o projeto ganha novas perspectivas e preza pelo talento dos jovens para a música. “A ideia é que no final do quinto ano a gente selecione crianças que o professor vê que têm aptidão musical para iniciarem em outros instrumentos”, explica o maestro. Esse foi o caso de Mariana dos Santos Machado da Silva, que tem 11 anos e está no sexto ano da escola. “Participo há uns cinco ou seis meses e comecei a me interessar quando o João Paulo me chamou por tocar flauta muito bem”, conta ela sobre o início das aulas de violino.

O estudo musical também reflete de forma positiva no aprendizado dentro da escola, uma vez que as crianças têm o desenvolvimento cognitivo, melhoram a habilidade de leitura e a concentração. “A eficácia da música dentro das escolas é notória e vemos o resultado em pouco tempo. O trabalho da flauta doce é o primeiro contato musical e a partir daí vamos para outros instrumentos mais complexos, que exigem concentração e disciplina”, comenta o maestro. Com o ensino de outros instrumentos, as crianças vão ganhando a oportunidade de se desenvolverem e enxergarem a música em seus futuros.

De mãe para filhas

O projeto de musicalização não só encantou as crianças, como também passou a fazer parte da realidade dos adultos. Lilian Fernandes começou a participar das aulas de violão quando o programa chegou à Coronel Pacheco e se tornou exemplo para suas duas filhas: Maria Fernanda, que tem 9 anos e está aprendendo violão, e Lara, que tem 11 anos e toca violino no conjunto de cordas.

A mãe, que sempre gostou de música, hoje aprende e acompanha os resultados da participação das filhas, que refletem no próprio projeto, na escola e na convivência em casa. “A música abre espaço não só para a alegria, mas também para a comunicação e está relacionada na forma como você vê o mundo e trata as pessoas”, afirma Lilian.

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Lilian Fernandes e suas filhas, Maria Fernanda e Lara

Mostras Musicais

Ao longo de mais um ano e meio de projeto, foram realizadas duas mostras musicais na cidade que apresentaram ao público o trabalho desenvolvido pelo programa de musicalização. A primeira aconteceu em 19 de novembro de 2016 e a segunda em 03 de junho de 2017. Com essas duas apresentações, pais, professores e associados do Rotary Club Juiz de Fora Norte puderam presenciar a evolução das crianças que ganham cada vez mais experiência no universo musical.

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Alunos de violão, violino e flauta fazem apresentação para a comunidade de Coronel Pacheco e associados do Rotary Club Juiz de Fora Norte

A última apresentação, em junho deste ano, contou com a participação das crianças que aprendem flauta, do Conjunto de Cordas Camilo dos Santos e da Orquestra da Associação Música no Interior, formada por alunos de outras cidades da região. “A nossa orquestra hoje, que possui membros de várias cidades, funciona nesse sentido: de pegar os melhores, os destaques de cada lugar, e fazer essa junção para se tornar uma referência”, afirma João Paulo. São João Nepomuceno, Guarani, Rio Novo, Descoberto e Piau ajudam a compor a orquestra que também faz parte do desenvolvimento cultural de Coronel Pacheco.

Gerson Guedes faz palestra sobre os 167 anos de Juiz de Fora

31 maio

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O artista Gerson Guedes realiza palestra sobre a história de Juiz de Fora.

O artista Gerson Guedes apresenta suas obras para contar a história de Juiz de Fora. (Fonte: acervo de Gerson Guedes)

Em comemoração aos 167 anos de Juiz de Fora, o Rotary Club Norte recebeu, na reunião do dia 30 de maio, o artista Gerson Guedes para uma palestra que conta a história da cidade. A apresentação intitulada “Juiz de Fora: linhas e cores da história” reúne informações a partir das exposições feitas por Gerson, da linguagem da pintura, além de estudos que resultaram em teses, dissertações e obras de autores famosos na região, como Murilo Mendes.

Obra retrata a fazenda onde morou o Juiz de Fora. (Fonte: acervo de Gerson Guedes)

Em sua fala, Gerson fez uma viagem no tempo, mostrando seus trabalhos vinculados aos registros históricos. “Meu trabalho sempre foi calcado em Juiz de Fora como a cidade polo da Zona da Mata”, explica ele. A linha cronológica construída começa na vinda dos portugueses para o Brasil, relatando fatos marcantes e muito conhecidos pelos brasileiros: o contato com os índios, o cultivo do pau-brasil e da cana-de-açúcar até chegarem ao ouro, que era o principal objetivo.

Com a mudança do eixo econômico do Nordeste para o Sudeste, a mineração começa a crescer e resultar no desenvolvimento do atual estado de Minas Gerais. Uma das consequências mais marcantes é a construção da Estrada Real, cujo caminho novo ia de Ouro Preto ao Rio de Janeiro, passando pela área que receberia o nome de Juiz de Fora. Por ser uma região muito propícia para a parada dos tropeiros, as margens do Rio Paraibuna começaram a receber ranchos e, mais tarde, as cidades que o rodeiam.

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Mapa apresentando o Caminho Velho e o Caminho Novo. (Fonte: arquivo de Gerson Guedes)

A origem do nome da cidade também é explicada pela vinda de Luiz Fortes Bustamante de Sá, o Juiz de Fora, para a região. Segundo Gerson, ele deixa o cargo administrativo em 1713 e compra os terrenos que correspondem à parte da cidade. “Vamos parar nos ranchos e fazendas do Juiz de Fora” era uma frase comum para quem percorria o caminho novo na época, como relata o artista.

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Fazenda onde morou o Juiz de Fora. (Fonte: (Fonte: arquivo de Gerson Guedes)

Em sua linha cronológica, Gerson Guedes também destacou a importância das famílias Vidal e Tostes para o desenvolvimento da região, que se tornou uma vila em 31 de maio de 1850, e uma cidade em 1856. Na época, o cultivo do café, conhecido como “ouro verde” foi um grande influenciador para que isso acontecesse.

Quadro retrata o período do “Ouro Verde” em Juiz de Fora. (Fonte: acervo de Gerson Guedes)

Ao longo da história, alguns nomes famosos na cidade também ganham destaque para o crescimento da região, como o do alemão Henrique Halfeld, engenheiro que chegou até Juiz de Fora em 1836 para melhorar o caminho novo, e Mariano Procópio, que construiu a primeira estação rodoviária da cidade no bairro que leva seu nome. O período de industrialização, que começa em 1883, também ganha destaque e fornece à cidade o apelido de Manchester Mineira.

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Mapa da cidade em 1853. (Fonte: arquivo de Gerson Guedes)

Segundo Gerson, Juiz de Fora recebeu a primeira fábrica do Brasil a funcionar em três turnos graças a chegada da energia elétrica. Bernardo Mascarenhas, outro nome importante para a cidade, foi o responsável por instalar energia elétrica a um baixo custo. Gerson encerrou sua fala apontando novos trabalhos inspirados na cidade de Juiz de Fora.

Obra retrata o período da chegada da ferrovia e das estações. (Fonte: acervo de Gerson Guedes)

 

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